28 de fevereiro de 2012

O meu mestre Yoda

Que bom voltar! Melhor ainda com layout novo e com gateeeeenhos! A vibe felina tem uma explicação. Meu filhotão tá com quase um ano e meio e fiquei devendo uma postagem. Bom, felizmente a blogosfera é perfeita para nós - pessoas que gostam de escrever mas preferem viver o momento ao invés de postar trivialidades (como o prato que se está comendo) no facebook ou twitter a cada 5 minutos. Assim a gente filtra os melhores momentos e amadurece as melhores ideias prá escrever depois mais do que cinco linhas...

Se você é como eu, sabe que esse discurso todo esconde simplesmente o seguinte: "pãtz, que preguiça. Depois eu escrevo um post sobre isso". Daí você escreve depois de meeeses. Hehehe. Acho que no fundo quase todo blogueiro é um procrastinador em potencial. 

Em outubro de 2010 eu ainda morava no centrão, e na General Jardim eu me deparei com uma bolinha de pêlos minúscula encalacrada numa jaulinha igualmente minúscula. O gato era muito pequeno, não parecia nem ter três meses. Eu nunca fui a favor de comprar animais - pow, tem tantos na rua... se todo mundo adotasse os animais de rua ao invés de gastar os tubos em pets de pedigree, certamente o centro de zoonoses estaria praticamente vazio...

Enfim, como eu tenho o dom de pagar a minha língua abençoada, me apaixonei pelo bicho e fiquei me mordendo de vontade de ter um gato persa. Isso porque uma vez o Gam e eu vimos uma dondoca no centrão passeando na rua com um persa desfalecido num carrinho de supermercado. O gato era imenso e preguiçoso, e nem se abalava com a rua.  Achei aquilo o máximo, e sonhei com a possibilidade de ter um gato malemolente... prá eu poder arrastar comigo onde quer que eu fosse. 

O persa é uma raça que permite isso. Costumam ser mais tranquilões mesmo. Mais tranquilos do que eles, só mesmo os Ragdolls - chamados assim porque a gente faz o que quer com eles e eles neeeeem aí... literalmente bonecas de pano. Inclusive essa raça tem uma tolerância imensa à dor - o que chega a ser preocupante, pois geralmente só se percebe que estão doentes quando estão muito mal mesmo...

Ragdoll - também existe em outras variações de cor

Bom, o Gam comprou prá mim a bolinha peluda. Depois descobrimos que a pet shop (chamada General Au-Au) tá mais prá açougue do que prá pet shop. Primeiro descobrimos que o bicho foi desmamado mega cedo e foi enjaulado com nem dois meses. A gaiola era tão pequena que quando chegou em casa, ele não conseguia correr... Ele tinha uma cara engraçada e caricata... me fazia lembrar algum personagem de filme ou desenho... claro, o Mestre Yoda! Por causa dos orelhões meio caídos, sei lá. Rsrsrs.

Mas tããão peludinho!
Yoda com 3 meses. Tadinho, como era feinho...

Percebi que ele tinha várias casquinhas brancas na pele, além de um furo enorme de mais ou menos 1,5 cm, que era uma ferida super estranha, e os ouvidos pretos de sujeira. O pessoal da pet disse que não era nada, mas procurei o doutor Heitor, recomendado pela minha cunhada Marisa, e segundo ele o bicho estava com um fungo na pele e nos ouvidos, e a ferida ele achou que foi uma tentativa de vacinação muito prematura, que necrosou a pele... Prá tratar o fungo, ele recomendou tosar o gato inteirinho... Olha como ele ficou:


Yoda com 4 meses tosado.

Nessa época eu estava em férias, então ficava levando ele no veterinário cuidava dele. Eu colocava ele no meu peito e fazia carinho até dormir. Daí ele pegou mania de se aninhar no meu pescoço... Bom, conseguimos tratar a feridona e a pele. Mas a orelha...até hoje tratamos, é um fungo muito persistente. Ele foi crescendo e o pêlo também.


Yoda com 5 meses

E não parou mais! Olha ele com uns 8 meses:





  







E ele hoje em dia, com um ano e meio. Abaixamos o pêlo dele por conta do calor:










Bom, eu contei que ele pegou mania de se aninhar no meu pescoço, né... Pois é, só que como ele foi desmamado muito cedo e eu cuidei dele logo que o trouxemos para casa em minhas férias, ele também pegou mania de mamar no meu pescoço!!!  Todas as noites ele vem fazer isso, depois dorme literalmente em cima da minha cara... Olha esse vídeo... eu tava mega gorda e com uma papada imensa:




É isso aí... depois eu preciso postar outras manias dele, esse gato é uma figura. Ah, e antes que eu me esqueça... não é que o danado passeia com a gente prá cima e prá baixo? 

30 de setembro de 2011

Wake me up when September ends...


E não é que acabou?

Acabou setembro, e agora todo mundo sabe como é... dia das crianças, finados e... pimba! Natal. Daí acabou. O ano velho, feliz ano novo, blá, blá, blá.

Mas nos derradeiros minutos que me restam, deixo aqui uma pequena homenagem aos personagens setembrinos que enchem meu coração de alegria e saudade.

É engraçado como cada mês, cada dia do ano tem um significado prá cada um de nós. Filosofias de boteco à parte, fato inaugural que me fez atribuir um significado especial a este mês foi o nascimento da minha eterna irmãzinha, Maytê.

Sim, Maytê com Ypsilone (já dizia Gonzagão) e acento circunflexo. Coisas de dona Sueli. Mas a danada teve sorte, quase se chamou Kimberly, se minha mãe tivesse ido na nossa onda de colocar o nome da personagem dos Power Ranger que usava o uniforme rosa.

Maytê nasceu quando eu tinha 10 anos. Minha irmã mais velha e eu trocamos muito a bunda dessa moçoila. Esquentamos mamadeira, demos banho e tudo o mais enquanto minha mãe ainda era macaco*.

Maytê sempre foi um mistério ambulante. Na sua quietude, ninguém imagina o que ela fica remoendo naquela cabeça. A vida foi fazendo seu trabalho, lapidando uma mulher nessa menina. E cada vez mais ela vem mostrando sua personalidade forte.

Maytê gosta dos bicho. Nunca na minha família existiu alguém que gosta tanto, mas tanto de bicho. E não é só gatinho e cachorrinho não, disso todo mundo gosta. Ela gosta de tudo, de taturana à cavalo. 

Um ano depois de seu nascimento, veio o casamento do meu tio Edsinho com a tia Dete. Foi exatamente neste setembro que veio a minha menarca. Mas eu não tenho saudade disso.

Tia Dete sempre foi um amor conosco. Tratava a sobrinhada (agregada) como se fosse sua. Tia Dete foi a primeira pessoa que conheci que usava aparelho nos dentes. Ela tem olhos azuis e é loira de verdade. O pessoal ficava fazendo piada de loira zoando com a cara dela, coitada.

Ela explicava a lição de casa de vez em quando prá gente, dando um descanso pro meu avô, que conferia nossas lições e corrigia todas elas todo santo dia - coisa de milico. Ou melhor, macaco*. E ela tinha mania de falar "vamos supor", toda vez que dava algum exemplo.

Tia Dete divorciou do tio Edsinho e deixou prá mim muitas saudades. Nunca vou esquecer da primeira vez que jantei na casa dela e comi um feijão diferente do da minha vó, e por isso achei tão gostoso. A casinha construída nos fundos da casa da minha vó, onde ela foi morar, parecia casa de boneca. Foi lá que ela realizou o sonho repetido tantas e tantas vezes de ter uma cozinha toda branca.

Também não posso deixar de citar o aniversário da Ana. A cunhã (como meu avô a chama), chegou de Abreu e Lima (PE) e foi morar com a minha avó prá ajudá-la nos serviços domésticos. A Ana tinha 16 anos. Ela trouxe consigo uma dezena de fitas de funk.  Era o que ela ouvia lá no nordeste, funk de verdade, o original. Muito antes de Claudinho e bochecha. Coisa extinta.

A Ana também ensinou prá gente uma porrada de brincadeiras de rua, brincávamos muito com ela no quintal tudo aquilo que não podíamos brincar na rua. Meu avô nunca deixou a gente brincar na rua, no máximo andar de bicileta com ele olhando, e na beirinha da calçada. Coisa de milico, ou melhor, macaco*.

Daí depois de alguns anos veio o Renato. Ele faz aniversário dia 23 de setembro. Eu sempre confundia com 21, todo ano era uma confusão... ou lembrava da data e esquecia de ligar ou o contrário.

Conheci Renato na Lustres Yamamura quando eu achava que tinha talento nato prá vendas e sonhava estudar ciências sociais. Não preciso nem dizer que nenhuma das duas coisas deu certo.

Renato foi fundamental na fase mais crítica da minha vida. Adriano era meu primeiro namorado, me deu um pé porque não aturava mais as minhas maluquices. Só que ele levou embora minha vontade de viver, além de uma edição histórica do Nosso Lar que o abençoado não devolveu até hoje. Também por isso não devolvi um livro dele, humpf.

De tanto me ver mal, o Renato começou a se enfezar, e toda vez que eu falava no falecido ele xingava e chamava ele de matador de velhinhas. Ele dizia que o Adriano jogava velhinhas na linha do trem. Por incrível que pareça, ao invés de ficar triste, eu comecei a dar risada da situação, e isso aliviava minha agonia.

Renato é cara culto, vegetariano e cheio de manias. Passávamos horas nos entupindo de comida na lanchonete da loja ao invés de bater a porra da meta de vendas, cantarolando Beatles (From me to you) e The Smiths.

E depois do expediente, de quando em vez íamos a um boteco de esquina chamado apropriadamente the "The Corner", onde ele me ensinou a beber cerveja com provolone à milanesa. A gente era tão grudado que as pessoas da loja tinham certeza que tínhamos um caso. Mal sabiam o quanto éramos "brothers", como costumávamos dizer um ao outro.

Nesse ano, lembrei do aniversário dele, mas não tenho mais seu telefone, e fiquei com preguiça de mandar e-mail. Também tem lá no fundo uma certa tristeza por ele não me dar bola... acho que virei amigo Pedro**.

Para fechar o ciclo setembrino, a data de hoje. A mais nova aquisição da minha memória afetiva: o dia da secretária. Pela primeira vez eu passei o dia recebendo parabéns e presentinhos para mim mesma. Pela primeira vez não recebi presentinho que sobrou. Eram todos prá mim, e isso significa muito.

Significa anos de cabeçadas, lágrimas e murros na parede, somados a muita dedicação em sair do limbo e alçar uma oportunidade prá fazer o que eu sempre fiz bem e com prazer, porém sem o devido reconhecimento. Então, prá encerrar, segue aqui uma foto com todas as lembrancinhas que ganhei, inclusive do Gam.

Não por que eu quero mostrar o que ganhei, porque não foi nada de mais. Mas porque eu quero registrar esse momento com muita emoção e sentimento de vitória... por tudo que ficou para trás e tudo que virá pela frente.



Oxalá, meu pai. Receba minha pura gratidão por essa conquista.

E que venha outubro!!!

ÈPA BÀBÁ !



*macaco: algumas entidades na Umbanda se referem a policiais e autoridades como "macacos".

**amigo Pedro: Renato sempre contava de um melhor amigo dele chamado Pedro que sumiu de vez, eles perderam contato. Eu acho que tinha também a música do Raul, de mesmo nome, no meio dessa história.

13 de setembro de 2011

Back in black!


Assim, eu tô imaginando ACDC, aquela vozinha estridente e eu pulando descontroladamente no meu colchão, gritando from the top of my lungs: LIIIIIIVREEEEEE!!!


Cara, acabou!!! Acabou o único motivo que me fez ficar EXATOS 5 meses sem postar. 5 meses com lazer restrito e carregado de culpa aos finais de semana. 5 meses de tensão e overeating. 5 meses de procrastinação e abulia. 5 meses de um resguardo seco!

Chega de ser prolixa, vamos ao ponto: Meu trabalho novo me consumiu nos primeiros meses. Resultado: me fodi dei mal na PUC, abandonei as aulas e corri atrás do prejuízo nos 45 do segundo tempo.

Com sorte: um professor muuuuuito legal me aprovou sem eu fazer poha nenhuma, meu projetinho de TCC eu fiz em duas horas e ficou a coisa mais fofa, e dois professores me deixaram entregar um único trabalhinho final (micho mermo) como avaliação. Sobrou uma matéria que eu desiti na caruda, não valia o sacrifício, seria em vão ( a profa é uma velha carcomida e sem sangue nas veias, a peçonhenta).

Resultado: a poha dos dois trabalhinhos viraram lenda na Alinelândia. Não me pergunte por que mas eu simplesmente não consegui fazer antes das férias. Também não consegui fazer durante as férias. Também não consegui fazer depois das férias. Virou tipo um bloqueio pós-traumático.

Daí, prá piorar a situação, o setor de bolsas me ligou pedindo prá eu justificar a zona. Nunca havia pego DP, e olha que tô no último semestre e sempre trabalhei período integral. Mas 3 DPS poderiam pôr me risco a minha bolsa.

Daí, não sei como, a luz se fez. E eu terminei os dois trabalhos nessa semana, tipo numa paulada só.  CA-RA-JO! Daí eu finalmente tomei coragem e entrei na minha grade e, não sei como, os dois professores não me reprovaram. CA-RA-JO! Eles colocaram o status das disciplinas como "aguardando avaliação". CA-RA-JO!

Bom, diante disso, coloquei em ação meu plano tinhoso de dar um migué master na secretaria. O que é muito fácil na PUC SP, convenhamos. AMANHÃ vou entrar com revisão de nota retroativa e esperar, com toda paciência do mundo, como quem espera um rebento abençoado.

Agora eu tô habilitada a retornar às atividades bloguísticas. Ninguém tem ideias do como EU SOFRI com essa privação. TODOS OS MALDITOS DIAS eu tenho ideias prá postar, vem textos inteiros na cabeça, é um inferno astral sem tamanho. Valha-me Deus.

Enfim... canta, ACDC!!!









13 de abril de 2011

Prólogo



Eu tenho um blog prá escrever. Por mais estranho que isso pareça, eu tenho um blog prá escrever. Não porque eu goste de escrever. Não porque eu me sinta obrigada a escrever. Simplesmente porque eu preciso escrever.

Eu preciso expelir essa ânsia, essa tontura, essa vertigem. Eu preciso escrever. Escrever é meu Dramim. Faz parte da minha rotina ver uma coisa qualquer pelo chão e conceber de imediato um texto inteiro na minha cabeça, com começo, meio e fim. Com argumento e contra-argumento. Com clichês e metáforas de efeito. Não necessariamente bom, como qualquer coisa que eu escrevo. Mas necessariamente passional, como qualquer coisa que eu escrevo.

Me machucou muito esse jejum bloguístico. Me ulcerou por dentro. E por isso eu volto aqui, na primeira oportunidade prá escrever a primeira coisa que vêm à cabeça. Escrever, escrever, escrever...

Sem julgamentos às finalidades com as quais muitos blogam por aí. Já fiz isso antes, eu sei. Mas queria que todos os blogueiros do mundo pudessem sentir este prazer que eu sinto agora, digitando, blogando, escrevendo, pensando, matutando, remoendo, exprimindo, imprimindo nas letras aquilo que vem não sei de onde.

Blogar é como cantar. É como pintar. É como dançar. É traduzir em um sentido o que se sente em outro sentido. É transformar em uma coisa o que é outra coisa e que se interpreta ainda como outra terceira coisa. Blogar é escrever, e escrever é arte. Por mais xexelenta e barata que seja.

Fim do prólogo.

Agora vamos às notícias da minha imprensa marrom

Muita coisa aconteceu nestes meses. Este ano foi marcado por muitas mudanças abruptas. Ironia do destino, tudo aconteceu na hora certa. Exatamente como eu desejei.

Mudei de emprego. Uma secretária do meu antigo emprego me indicou à uma vaga. Passei. Secretária executiva de diretoria, ao seu dispor.

Tipo assim, pulei alguns degraus de uma vez só. Saí do lodo da cadeia alimentar alçando vôo de borboleta. Sem mastigar ninguém, subi na minha, com este jeitinho herbívoro e inofensivo. Quase imperceptível.

Desafio grande, diário. Meu chefe não chega a ser um diabo vestindo Prada. Mas é extremamente exigente e metódico. Só pode ter TOC, só pode! Fiz cinco entrevistas, e fui alertada em todas elas sobre a personalidade do cabra. Tem certeza que é isso que você quer? Ouvi isso pelo menos cinco vezes...

Incrivelmente eu estou me dando muito bem com ele. E descobri que ele é uma pessoa de um coração enorme. E que faltava uma Aline na vida dessa criaturinha mexicana cheia de manias.

Mudamos de apartamento. Gam e eu passamos por muito sufoco. Ainda estamos. Mudança é terrível, acaba com os nervos da gente. Haja equilíbrio prá agüentar essa tormenta, Deus do céu. Já estamos com os móveis montados, o muquifo tá com cara de casa, mas ainda quero comprar mais uns móveis prá guardar o que ficava empinhocado nos cantos do ex-muquifo. Em maio será o openráuse. Claro que eu vou convidar a geral!

Agora moramos no Sacomã. Saí do centrão, valha-me Deus. Gostava muito de lá, sinto falta de muitas coisas. Da poeira encardida do centrão, do minhocão entumescido, dos seres transviados que margeiam aquilo que chamamos de normal. Da poesia que nunca saiu do primeiro verso: Meu coração é no centro. Um dia eu escrevo isso. Ou não.

Mas também muita coisa de lá me saturava. A ilicitude vai te castigando mentalmente. Chega uma hora que você não agüenta mais conviver com o lado B do ser humano. Promiscuidade, mendicância, drogas (a porra do crack). Tudo isso vai martelando, martelando...

Daí, quando dei por mim, já estava dando graças a Deus quando chegava num bairro mequetrefe e só via “gente normal”. Independente de condição financeira. Gente indo comprar pão na padaria com as moedinhas de troco, gente passeando com cachorro, moleque brincando na rua, e não morando nela.

Minha rotina mudou da água pro vinho. Estou trabalhando muito, não tenho tempo nem de respirar. Acabou a mamata de postar na hora do trabalho. Além disso, agora to longe de tudo. Duas conduções pro trabalho (isso que o Gam me deixa no ponto de ônibus), dois trens e um ônibus prá PUC e, por fim, ônibus-metrô-ônibus prá casa. Somou aí? 8 conduça por dia. Isso mata qualquer Cristão.

Parece que as coisas estão começando a entrar nos eixos. Agora tenho que retomar a vida acadêmica, pôr as finanças em ordem, deixar o apto aprazível e ter meu Gam aqui do meu ladinho, e suspirar de amor. Eu sinto que esse ano vai ser isso mesmo, uma preparação para os próximos dois anos... que serão de planejamneto puro, de poupança, de ponta de lápis. Traduzindo, preparação para o casamento – compra da nossa casa e a festança. Como merecemos, com direito a todas as minhas maluquices.

Falando nisso, andei tendo mais umas idéias malucas. Mas isso fica prum próximo post do outro blog. O blog que uso prá registrar minhas idéias casamentícias – RE-GIS-TRAR. É um diário, não jogação de confete. Sejam bem-vindos prá visitar, sem obrigação de seguir e comentar!

Ai, ai... eu já tava blogsick!!!

Pow, falando nisso... queria fechar o post falando sobre o blog da minha irmã. Dêem uma olhada lá porque fui eu que fiz o layout do blog  tá muito legal o blog, ela escreve prá caramba. Tudo o que você achar de poesia lá, ele que escreve. Uma das poucas pessoas desse mundo que sabem escrever soneto, e daqueles de arrepiar os pelinhos de qualquer cristão.
Inté a próxima. Si Deus quizé.

17 de fevereiro de 2011

Nóis aqui tra veiz

Este deveria ser um post reinaugural. Daqueles que vêm fazendo festa, mexendo as cadeiras desavergonhadamente. Que escancara as notícias que ficaram tanto tempo encubadas na esfera privada. Este deveria se um post-parto. Daqueles que cospem de lá do fundo do baúl o que ficou semanas remoendo, crescendo, encarnando, tomando forma.

Mas, só prá chatear*, este post não será nada disso. Será um post do contra. Daquele que, prá provocar qualquer cristão, muda de canal bem na hora do crássico parmera x curíntia. Então, como frustrar as expectativas alheias é um dos passatempos mais legais dessa minha vida desenxavida, vamos ao que interessa: ÓI NÓIS AQUI TRA VEIZ!



Agora eu vou fazer o que eu mais gosto: meter a fuça naquilo que não sou especialista nem de perto. Enfim, eu acho o Adoniran Barbosa um gênio. Qualquer pessoa que tente escrever imitando a língua das ruas, vai cair no plágio. Puta sacada a desse cara...



Adoniran Barbosa


Mas, antes desse tal Adoniran (João Rubinato, seu nome verdadeiro) da década de 1950 começar a cantar a vida do povo na língua do povo, já na década de 1920 um intelectual se escondia igualmente sob um pseudônimo plebeu, escrevendo com uma língua mestiça, errada e indigna do povo dos arredores do Brás, Bela Vista e Bom Retiro.

Diferentemente de João Rubinato, Alexandre Marcondes não tinha descendência direta de italianos. E, também diferente de Adoniran, Alexandre teve o berço confortável de sua família. Mas, por uma razão desconhecida, ele fez parte da realidade das ruas, das feiras, do cotidiano paulistano.

Juó Bananere


O dialeto macarrônico de Juó Bananére era revestido de humor e sátira. Fez paródias de grandes clássicos da literatura. Por isso eu não sei até que ponto vai a semelhança entre os dois poetas. Adoniran era porta-voz do povo. Juó esculhambava com os dinossauros da literatura. Mas pode ser que, no fim das contas, a intenção dos dois tenha sido parecida. Ou não. Vai saber. Rsrsrs...

Paródia de Juó Bananère ao poema "Canção do exílio" de Gonçalves Dias



Migna terra tê parmeras,

Che ganta inzima o sabiá.

As aves che stó aqui,

Tambê tuttos sabi gorgeá.

A abobora celestia tambê,

Che tê lá na mia terra,

Tê moltos millió di strella

Che non tê na Ingraterra.

Os rios lá sô maise grandi

Dus rios di tuttas naçó;

I os matto si perde di vista,

Nu meio da imensidó.

Na migna terra tê parmeras

Dove ganta a galigna dangola;

Na migna terra tê o Vap'relli,

Chi só anda di gartolla.



E, prá terminar, deixo o samba-tema desse post. O post que foi uma chateação. Que vai deixar nos meus amigos uma potinha de curiosidade sobre o que aconteceu nessa época de portas fechadas do blog. Mas isso eu deixo pro próximo post. Só prá chatear...


Letra: Roberto Ribeiro

17 de dezembro de 2010

Aviso aos navegantes

Eu esperei muito por essas férias da faculdade, justamente para poder postar com mais tranquilidade. Mal chegou a calmaria acadêmica, eis que sou lançada a outras tormentas... Tô malz, deprê, revoltada. Minha aura tá carregada, espessa e hostil.

Quase três anos de... não sei do quê. Tô começando a pensar que foram três anos desperdiçados. Eu fiquei aqui, emburrecendo, sentada o dia inteiro, com a bunda amassada e o ego pisoteado. Chega, definitivamente.

Bom, prá facilitar a sua vida, vou resumir aqui minha nova criaca: tô procurando emprego, secretária bilíngue. E enquanto eu não consigo, vou comendo o pão de cada dia. Um pão rançoso, ingrato e bolorento.

Quinta que vem começam minhas férias, em tese volto dia 26/01 a trabalhar... não sei se volto realmente. Também não queria sair daqui, pero qué puedo hacer? Ou procuro uma empresa menor onde eu possa ser alguém, ou continuo nos bastidores da Brodway chocolística... é o velho dilema de dirigir seu próprio fusquinha ou ir de passageiro na limousine alugada. Já dizia Soninha. Ou  Astrid. Sei lá, alguma apresentadora mtvística que refutou proposta indecente da Globo. (É, eu sei. Sufixo 'ístico' dominando a parada, tô ficando insuportavelmente cliché.)

Em meio a entrevistas e expectativas, muitas lágrimas e murros na parede. E vamo que vamo. E é por isso que eu não sei como vai ficar minha vida bloguística. Por isso, aviso aos navegantes: pode ser que eu escreva amanhã, ou semana que vem, sei lá. Mega desânimo mode on.

Bom, eu sei que já fiquei manjada. Mas não consigo fugir à mania de fechar posts com músicas... Cajuja de nuevo, na veia. Em doses cavalares. Um blues rasgante, como não poderia deixar de ser a trilha de um momento 'sou-a-escória-do-universo':




Down em mim


Cazuza

Composição: Frejat/Cazuza



Eu não sei o que o meu corpo abriga

Nestas noites quentes de verão

E nem me importa que mil raios partam

Qualquer sentido vago de razão

Eu ando tão down

Eu ando tão down



Outra vez vou te cantar, vou te gritar

Te rebocar do bar

E as paredes do meu quarto vão assistir comigo

À versão nova de uma velha história

E quando o sol vier socar minha cara

Com certeza você já foi embora

Eu ando tão down

Eu ando tão down



Outra vez vou te esquecer

Pois nestas horas pega mal sofrer

Da privada eu vou dar com a minha cara

De panaca pintada no espelho

E me lembrar, sorrindo, que o banheiro

É a igreja de todos os bêbados

Eu ando tão down

Eu ando tão down

Eu ando tão down

Down... down

9 de dezembro de 2010

Réquiem do sexto semestre



Foram bons maus momentos... Picos de bipolaridade, depressão, compulsão. Em vias de mandar tudo pro espaço, eis que veio Dra. Débora me salvar com seus remedinhos mágicos. E cá estou eu, vitoriosa, a olhar para trás e ver o quanto podemos decair em tão pouco tempo.

Este foi definitivamente o pior semestre ever. E por isso mesmo foi o melhor. Porque nele eu desci às profundezas do lamaçal depressivo-bipolar e ascendi aos céus azuis fluoxetino-sibutramínicos. Agora vamo que vamo.

A música perfeita para o defunto sexto semestre: 'Desastre Mental' (fiquei em dúvida entre essa e o 'Rock da Descerebração', ambas de Cajuja). Check it out:



Desastre Mental
Composição: Cazuza / Renato Ladeira


Baby, eu lamento
Mas não tenho tempo

Pra sentir as tuas dores
As minhas eu já não agüento


Minha vista torta
Já não se importa
Não me conte um bando de mentiras
Quando eu for fechar a porta


Aqui ninguém entra
Daqui ninguém sai
Somos sobreviventes
De um desastre mental


Não é que eu não ligue
De correr o perigo
De nunca te achar direito


Eu quero de qualquer jeito
Eu tenho que me salvar
Não vá me convencer que está com medo
Que está tarde ou que está cedo


Aqui ninguém entra
Daqui ninguém sai
Nós somos sobreviventes
De um desastre mental


Prefiro te manter
Ao lado direito do meu peito
Por essa razão

Você não navega
É uma queda de avião
No meu coração
Não vá me provocar no fim da festa, não

Aqui ninguém tá morto
E daqui ninguém sai
Nós somos sobreviventes
De um desastre mental

 
Bem, a partir de amanhã retorno às atividades bloguísticas. Amanhã tem breja com os meninos, espero que não role polenta dessa vez!  E falando nos meus adoráveis camaradas, vou fechar o post com as belas palavras de meu amigo Rodolfo, o qual em breve será agraciado com um blog para ele postar suas reflexões alcoólico-filosóficas:
 
"Sobrevivemos à uma Copa do Mundo mal jogada;
Sobrevivemos à fome no mundo;
Sobrevivemos à morte de Néstor Kirchner (ele não);
Sobrevivemos à invasões de reitoria;
Sobrevivemos ao terror no Rio de Janeiro;
E claro à semana de provas."

25 de novembro de 2010

Caraca, mais um!

Gente... mas que maré é essa de prêmios homenágico-bloguísticos? Cara, hoje eu compro uma telesena, juro! Enfim, várias idéias textuais pendentes, os posts aflorando na cabeça, mas... tô sem tempo, e a prioridade hoje é falar sobre o selo que ganhei nesta semana do David, do blog Era uma vez.

O David é meu pápis virtual (porque temos muitos lances malucos em comum), foi o primeiro blogayro que eu conheci, e graças a ele caí de gaiata nos blogays alheios e conheci muuuuita gente boa. Pessoas divertidas, inteligentes e sem frescuras. Pessoas que me fizeram enxergar o mundo GLBTUVXZ com outros olhos, despidos de pré-conceitos.

Eu achava esse troço de selinho uma chatice. Até ganhar um! Tô adorando essa promiscuidade bloguística, esse troca-troca gostoso de homenagens, essa mútua rasgação de seda e o escambal. Massageia o ego de qualquer pessoa, e mesmo das mais desprovidas do mínimo de autoestima - como yo.

Mas o mais legal é sentir uma coisa genuína através desses selos. Sentir laços que se estreitam lentamente, com cuidado, com respeito e admiração verdadeira - sem interesses. Não é uma troca de favores, mas uma troca de sentimentos.  Se não fosse o pozinho mágico Prozac-pirlimpimpim, eu estaria chorando rios agora (de cara limpa eu choro assistindo novela das oito-nove, crê?) ... Mas mesmo mais serena, tô bastante emocionada...

Bom, vamos ao selo ('E assim falou Zaratrusta' ao fundo, por favor):


PRÊMIO DARDOS


(Num entendi ainda o nome desse prêmio)


Sobre o selo: "foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web”.


Ao receber o prêmio, o blog deve também indicar outros blogs. Aos indicados, para que este incentivo não acabe, peço que sigam estas instruções:


1)Você deve exibir a imagem do selo em seu blog;
2) Você deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação
3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prêmio Dardos;
4) Avisar os escolhidos, claro!

 
Bem, agora chegou minha vez de passar o trem adiante (eu achei que demoraria uns mil anos prá fazer isso, o que comprova que você não precisa ter milhares de seguidores prá se divertir premiando os blogs que você curte). Seguem os cinco blogs que leio com mais assiduidade (sem ordem de preferência, pois adoro todos). Espero poder fazer isso mais vezes prá colocar tooooodos os blogs que gosto!

Vamo lá, olha aí os sublimes eleitos:

Mulher Alienígena: blog da Lu Ferreira, já falei sobre ela aqui. Inclusive faço questão de repetir o que disse com todas as letras: a Lu é mais uma pessoa especial que encontrei "por acaso" no meio bloguístico. Caí de para-quedas no blog dela, e espero nunca mais sair de lá!!! Essa mineirinha é um espetáculo. Super cabeça, escreve prá caramba. O blog dela é super despretencioso, e por isso mesmo surpreende. Ela não veio ao mundo bloguístico prá receber confete, só quer ter seu cantinho prá desabafar. E eu particularmente adoro blog assim... principalmente se são desabafos tão bem articulados... babei! Muita prosa e poesia, gente coisa é outra fina!

Visão Internacional: blog de Ícaro Rosa, meu amigo de faculdade (apesar de ser um quinta coluna, pois mudou prá turma da manhã, tsc). Ele não tem seguidores porque em termos de configurações e apetrechos bloguísticos, ele tá começando. Mas me admiro com a sua persistência, ele posta com bastante frequência textos muito bons, mesmo não tendo muitos comentários. Mas ele merece zilhões de comments, e muito! No blog dele você vai encontrar reflexões sobre as nuestras relaciones intenacionales. E não pense que é um blog restrito ao meio acadêmico. Qualquer pessoa consegue digerir bem os textos sem nenhuma dificuldade.

Pampuplikong: blog do Edu, esse trem significa "público" em tailandês (eu acho que é isso, rs). O Edu eu encontrei na lista de blogs do David, e me encantei com a figura desse ser sublime. O blog dele é bem-humorado e cheio de estilo, não espere posts convencionais. A temática? Bem, varia de comidas gostosas e exóticas (cara, ainda não sei que porra é esse tartufo) a assuntos do cotidiano regados a sexo (porque séquiçu faiz parte da vida do cerumano). Se você ainda não conhece o Edu, vai boiar legal nos textos dele. Porque ele é todo enigmático, ele escreve o que pensa e do jeito que pensa, sem links ou legendas, rsrs. Mas não desista, depois do vigésimo post você começa a entender um pouco o dialeto eduístico. E para nos auxiliar, um 'iluminado' bolou um blog muito bom, o FAQ Pampublikong.

Dois Perdidos na Noite: blog dos... Dois Perdidos na Noite! Porque eles não revelam suas identidades secretas. Para facilitar nossa vida interativo-bloguística, podemos chamá-los de DPNN, ou simplesmente "Dois". Eu trato o "Dois" como uma pessoa só, porque tenho a impressão que é só um mesmo que escreve. Mas ele escreve sobre sua vida e de seu parceiro. No blog dele eu aprendi muita coisa, e continuo aprendendo. Muitas reflexões inteligentes sobre a temática gay, o que ele intercala com textos variados igualmente inteligentes sobre filmes, cultura e o que vier na telha, de forma leve, gostosa e bem-humorada.

Vida de Dois Ursos: blog dos... Dois Ursos! Urso Right e Urso Left, ambos escrevem posts muito bons, de temas variados também, com muito estilo e bom humor. Os caras são muito inteligentes, têm grandes sacadas e o template mais estiloso ever (design gráfico na veia, brô). Com eles eu aprendi o que são os tais 'ursos' no universo gay. Eu nem imaginava que essa 'categoria' existia, e me encantei com os peludos! Uma frase que eu li no blog e não esqueço: "não somos viados, simplesmente gostamos de homem!". Graças a eles, pus uma pá de cal nos meus velhos pré-conceitos 'antibichéticos'.

Não sei quando eu volto, até dezembrão tô enforcada com as provas.

David, num te dei o selo porque você já ganhou (mais que merecidamente)! Não seja guloso, hein!

Inté!



19 de novembro de 2010

Toca The Cure!!!!


Eu não me canso... praticamente toda sexta-feira eu ponho essa frase no meu msn. Ah, cara... Nada melhor do que The Cure na sexta!!! Aliás, isso aí em cima é uma estampa de camiseta que retrata fielmente "Friday I´m in Love" (sem fonte porque eu continuo displiscente com os direitos autorais na web).

Mas não é só por causa da sexta que esse post surgiu... Hoje eu tive mais uma agradável surpresa de aniversário... Ganhei um troféu!!! O primeiro ever in my life, porque nem troféu de dominó eu tenho... pensa numa pessoa destrambelhada no quesito práticas esportivas (é, eu sempre sobrava quando tiravam times na escola).

Bem, o tal troféu e The Cure fazem sentido porque a pessoa que me agraciou é fã inconteste de Smiths, The Cure e cia ilimitada. Trocando em miúdos:  o Blog Dois Perdidos na Noite me deu isso aqui, ó:




E olha, eu achei tão legal o que o DPNN escreveu, que vou transcrever aqui descaradamente:

'Categoria eu sou Diva (blog feminino): Malemolência em Série: Um blog escrito por uma garota, para colocar um pouco de estrógeno na lista. Ela é cabeça aberta, simpatizante, engraçada e escreve loooooongos textos saborosos. Mas não espere um blog " de menininha"! A Aline é mais moleque do que todos nós cuecas juntos! Ainda bem!"

Não preciso nem dizer que o ego da pessoa aqui saiu flutuando pela janela, né? Maior legals. Eu quero copiar essa ideia um dia, mas prá isso eu tenho que ter mais cacife, ainda tô engatinhando neste universo bloguístico...

Ah, na segundona eu aporto aqui prá falar de agendas, hehehe. Não vivo sem! Achei a minha escolhida de 2011 ontem, e já comprei a bicha. Coisa linda de mãe!

É, depois das eleições o Malê ficou superficialóide, né? Mas fazer o quê, nem só de profundidade vive este meu muquifo virtual.

Hasta!

18 de novembro de 2010

Envelheço na cidade!

Segundona foi niver da Valéria, prima do Gam, mais que minha amiga! Foi muito legal, adoro a família dele. O pessoal é super simples, sem frescura. Família de feirantes, gente da gente. Era meu sonho encontrar uma família assim... a família do meu ex era um entojo, bando de pobres que ascenderam à classe média comendo sardinha e arrotando caviar. Argh...

Enfim, na segunda latinha eu já tava alegrinha. Só bebendo prá eu me soltar, não tem jeito. O Gam diz que eu fico engraçada quando bebo... falo pelos cotovelos, é uma coisa. Jogar truco então, só manguaçada.

Daí acabei nem estudando direito para a maldita prova profético-aniversárica... Resultado: terça fui dormir às 3 da madruga e num tinha lido nem metade dos textos. Ontem, meu aniversário, acordei estragada e fui tomar banho pensando se eu faltava no trabalho prá estudar ou faltava na prova. Fui trabalhar decidida a faltar na prova.

Mas aí... veio a grande surpresa. O melhor presente de todos os tempos: mandaram no y-group da sala o 'gabarito' da prova. Cara, tive sensações indescritíveis. Ontem era prá ter sido um dia feio, frio, tenebroso e com um desfecho cruel. Mas Deus resolveu me fazer um agradinho, veio o sol, várias ligações e e-mails de parabéns, presentinhos e... a porra do gabarito!!! Enfim, foi o meu melhor aniversário que tive neste ano, rsrs.

Ah, olha aí os mimos que ganhei. Florzinha do Gam (no meu quarto aniversário ele aprendeu a mágica de mandar flores pela internet. Obrigada, padinho Cícero), gato esguio do Ronaldo (colega de trabalho), 3 toblerones do Marcos (outro colega) e gato fofo da Imaginarium das secretárias Paty e Dulce. Check it out:



Grande sacada do Ronaldo. Como diz meu sogro, eu sou 'gateira'
 
Florzinhas do Gam. O Otávio já detonou as folhas.


Gato fofo e engraçado da Imaginarium.
 Aaaaaah! Aproveitando que eu descarreguei as fotos da máquina... seguem as fotos dos cacarecos de Natal. Êba!



Árvore branquinha com cacarecos modernosos.

Toalha natalina e castiçais, como vocês já viram lá em cima.

Dois castiçais modernosos no rack



Os bichinhos por dentro.


E um Papai Noel bonachão na porta!


Comprei tudo na Americanas, sem saco total prá expiar vidas passadas na 25 de março.

Me vuelvo mañana!!!!